O sistema tinha uma complexidade, que somada a fluxos fragmentados e pouco intuitivos, tornava a experiência desafiadora. Ele era percebido pelos usuários como difícil, exigindo treinamentos extensos, excesso de cliques, campos obrigatórios sem clareza e lentidão nas operações. E para além da usabilidade, tínhamos um desafio objetivo estratégico: tornar o PRIMe mais atraente comercialmente, com uma interface moderna e consistente, capaz de fortalecer a percepção de valor da solução no mercado.
Começamos o projeto com uma etapa de imersão para entender o contexto do negócio, os fluxos atuais e os principais objetivos. Para confirmar nossas hipóteses, aplicamos um formulário de pesquisa que contou com 40 participantes.
Com base nos insights da pesquisa, redesenhamos os fluxos, reduzindo a carga cognitiva e o número de interações necessárias. Reestruturamos menus e hierarquias, garantindo clareza na navegação e eliminando redundâncias.
Por fim criamos um novo conceito visual que trouxe leveza e organização, e um Design System, que contou com a documentação de 27 componentes personalizados, cada qual com suas variações, estados e estilos visuais definidos, que garantiu consistência visual, redução do tempo de entrega e maior fluidez no trabalho de design e desenvolvimento.
Com a nova arquitetura, a experiência no PRIMe passa a ser mais intuitiva, reduzindo o tempo para completar tarefas e eliminando frustrações relatadas na pesquisa. A reorganização dos fluxos, aliada ao design consistente, criou uma base sólida para novas funcionalidades, como dashboards e relatórios personalizados, e o novo conceito gráfico e o Design System preparou o sistema para evoluir com escalabilidade, modernidade e consistência.
Etapa de imersão no contexto
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